No estacionamento do mercado, a criança crita:
– Olha a vaca!
A mãe se apressou em ver onde estaria a tal vaca, e o pai, junto com todas aquelas muitas pessoas que hoje juram que estavam dentro do carro, caiu na carcalhada.
Mas a criança ainda não tinha aprendido que a suavidade tem seu porquê. O som intenso do c parecia muito mais lecal do que o som demasiadamente suave do g.
Nas escolhas da vida que vieram:
- Bala de maçã verde, nunca a de iocurte
- Sorvete de chocolate, nunca o de baunilha
- Carro esportivo
- Trabalhar até 19h, 21h, 23h ou 3h
- Dieta exagerada
Ao pronunciar a vida, é preciso aprender que cada letra tem seu lugar, para não virar comédia, e para não perder o sorvete de baunilha com bolo de chocolate.
Respostas de 4
Hahaha ri alto, no início, já estava preparada para te corrigir kkkkkkkkk, o texto mostra que um erro simples (a criança falar “vaca” no lugar de “vaga”) pode virar motivo de riso e união.
A vida é parecida, às vezes exageramos nas escolhas e esquecemos da suavidade.
Assim como cada letra tem seu lugar, também precisamos de equilíbrio. Intensidade quando necessário, suavidade quando possível.
Eramos, rimos, aprendemos e não devemos perder os prazeres simples da vida por causa de exageros. Ameiiiiiii Sa, só continue 🥰
Olha a vacaa….kkkk me lembro como se fosse hoje, as boas lembranças vieram a minha mente daquele dia, coisas simples que rimos e que nos fazer refletir sobre como é bom ser criança.
Onde a troca de uma letra pode mudar de vaga para vaca……mas não muda o que se torna ao passar dos anos, e poder ver e ouvir contos de quem vimos crescer e se tornar a mulher virtuosa de hj. Rimos aquele dia e hj sorrimos por ser quem se tornou…..
Parabéns Samara…. vc é iluminada pelo Espírito Santo
Olha a vaca…foi sensacional, lembro me procurando uma vaga para estacionar quando uma menininha gritou: Olha a vaca, muito bom todos rimos…
São esses momentos, em meio a risadas, que como mães conseguimos enxergar o quanto crianças são, e quanto necessitam dos nossos cuidados, para quando crescerem, se transformarem no que são hoje.