– Para o outro lado da cidade, senhor! A ida estava livre, bom para o passageiro. Para o taxista, trânsito na volta.
No estacionamento do mercado, a criança crita: – Olha a vaca! A mãe se apressou em ver onde estaria a tal vaca,
Do outro lado do mundo, na Finlândia, uma xícara de café que acompanhava um bolo de chocolate arrebatou, despretensiosamente, o coração cafezudo
Como filha de minha mãe, eu não poderia receber visitas sem ter alguma coisa quente, feita por mim, já esperando à mesa
Um estrondo no meio do dia perturbou a tranquila e alegre rua de Moema. O barbeiro da rua, os clientes do restaurante
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